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COMPLICAÇÕES – RISCOS – RISCO CIRÚRGICOS ANESTÉSICO

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INTERCORRÊNCIAS

COMPLICAÇÕES

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CIRURGIA RISCOS

RISCO CIRÚRGICO

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INTERCORRÊNCIA MÉDICA é o termo que define a ocorrência de um evento inesperado em um procedimento médico, que não poderia ser em geral previsto ou alertado ao paciente. “Cutait” afirma que a intercorrência não é comum, mas pode ocorrer em até 5% dos procedimentos, de acordo com a literatura médica.
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COMPLICAÇÃO MÉDICA é o agravamento observado durante a evolução de uma doença; processo agravante que ocorre no quadro médico de um paciente com aparecimento de novos sintomas.

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COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS são aquelas condições que ocorram durante ou a seguir a uma cirurgia e que preencham os seguintes requisitos: sejam mais do que uma condição ou ocorrência esperada, que exista uma relação de causa e efeito entre a condição apelidada de complicação e os cuidados prestados e que haja documentação de que se trata de uma complicação

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Só o médico pode diagnosticar uma condição e explicitamente documentar que a mesma é uma complicação.  O aparecimento de “complicações” não significa, por si só, cuidados médicos insuficientes ou de inferior qualidade: pode resultar simplesmente de um estado de debilidade do doente ou de uma reação anormal a um procedimento ou dispositivo.

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COMPLICAÇÃO GERAL é aquela que pode acontecer com todo operado e em qualquer setor do organismo. Em cirurgia de lift facial, por exemplo, a ruptura de ligadura vascular ou hemostasia perdida ocasionada por aumento de pressão arterial, muitas vezes provocada por agitação ou dificuldade para urinar no pós-operatório imediato pode causar um hematoma. A repercussão clínica deste depende do tipo de sangramento, que se não tratado poderá desencadear outras complicações como necrose do retalho de pele ou o hematoma dissecar os tecidos em direção ao pescoço e causar obstrução cervical e comprometer a respiração.

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COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS são intercorrências clínicas e cirúrgicas que ocorrem no período imediato, mediato ou tardio à realização da cirurgia. É o surgimento de sintomatologia inesperada; porém, previsível, que prejudica a cura daquele ato operatório. Sinais como: dor excessiva, cefaleia (a mais frequente complicação de uma raquianestesia); soluço, dispneia, tosse, vômito, oligúria, hematoma, seroma, deiscência de sutura, necrose, etc.

Apesar da perícia técnica e da evolução da doença pós-operatória, todas as operações são perigosas. Nenhuma delas é isenta de complicações. Toda complicação cirúrgica constitui um acontecimento marcante.

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RISCOS CIRÚRGICO

O Risco Cirúrgico é uma avaliação do estado clínico do paciente indicado previamente a procedimentos cirúrgicos ou determinados procedimentos médicos, conforme padrões determinados pelas principais sociedades médicas.

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AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA

A avaliação pré-anestésica permite ao anestesiologista programar o tipo de anestesia que o paciente irá receber para a cirurgia proposta e esclarecer o paciente a respeito de como será o procedimento. É uma consulta onde o anestesiologista investigará o estado geral do paciente, suas atividades diárias, os sintomas iniciais da doença cirúrgica atual, exames realizados, medicações em uso, alergias a medicamentos e outros e história familiar e pessoal relacionada à anestesia em cirurgias anteriores.  Tem como objetivos tornar o médico anestesiologista familiar ao paciente e seus familiares, esclarecer todas as suas dúvidas e prestar orientações quanto aos cuidados antes e após a anestesia.

Mediante as informações acima é de se presumir que em geral temos a consciência da existência de algum risco quando a própria pessoa ou algum familiar, um amigo, um ídolo ou artista, ou o próprio médico se submete a uma cirurgia.

O medo de morrer é inerente em muitos de nós. O desconhecimento do ato cirúrgico e anestésico, que sempre contam como uma boa programação para prevenção e para fornecer  maior segurança contra complicações fica desvalorizado pelo medo sentido pelos pacientes, em particular com relação à anestesia. Para o médico é fato a relação entre riscos e complexidade da cirurgia e que todos os procedimentos cirúrgicos, por mais simples que sejam, podem ter problemas. No entanto, são muitas as formas de preveni-los ou minimizá-los.

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O cirurgião e o anestesista são profissionais conscientes e pelo conhecimento dos riscos eventuais de qualquer procedimento cirúrgico, seja ele de qualquer dimensão, conhece as normas tratá-los quando ocorrerem e preveni-los sempre que possível. Tem a obrigação de explicar ao paciente com detalhe os riscos associados à cirurgia; por esse motivo é necessária a autorização do paciente por escrito no termo de consentimento informado e esclarecido, para assegurar um correto entendimento da cirurgia a qual será submetido.

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COMENTÁRIO

comp12Os cirurgiões da BG são médicos formados por Universidades credenciadas pelos órgãos de competência, cumpriram o pré-requisito de especialização em cirurgia geral e depois a especialização em cirurgia plástica.

Nós da BG sempre exigimos que o paciente compareça ao consultório médico para fazer a consulta médica presencial; pois, a consulta médica é o primeiro passo para o conhecimento, exame adequado do paciente e para a realização da sua cirurgia. A indicação e realização destes procedimentos são prerrogativas do cirurgião plástico com formação profissional comprovada.

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comp14Na entrevista médica o paciente deve expor suas dúvidas, desejos, insatisfações, medos e expectativas que serão respondidos e avaliados pelo médico. Fará o diagnóstico do caso, explicará sobre a indicação cirúrgica e fornecerá as informações necessárias para o procedimento. É o momento de tirar todas as dúvidas, portanto aproveite.

comp14É obrigatória a realização dos exames laboratoriais e radiográficos pertinentes, eletrocardiograma, risco cirúrgico e outros pareceres médicos se necessários, durante o que chamamos de pré-operatório.

comp14Durante a anamnese investigamos o histórico patológico pessoal e familiar do paciente, verificamos sinais vitais e realizamos o exame físico. Solicitamos os exames pré-operatórios, tudo com o objetivo de uma avaliação e conclusão mais segura para a cirurgia pretendida.

comp14Paciente “não é cliente”; pois medicina não é um comércio. Todo paciente tem por obrigação fornecer os dados solicitados pelo médico, importantes para sua própria segurança: assuntos como o uso de medicamentos, cirurgias anteriores, alergias, hábito como o fumo de cigarro, maconha, uso de “drogas” , como se comporta o fluxo menstrual, TPM, etc. Todas estas informações são valiosíssimas para uma anestesia e cirurgia segura. As informações dadas a um médico constituem segredo profissional por lei.comp14Não é demais ressaltar que a segurança de uma cirurgia não depende só da equipe médica; ela depende também de um bom hospital para internação, que ofereça todos os recursos adequados e que obedeçam as normas de higiene e saúde dos órgãos fiscalizadores da vigilância sanitária.

comp14O instrumental médico adequado, bem esterilizado e a prática correta de assepsia e antissepsia são outras exigências para o sucesso da cirurgia. Neste item está envolvida toda a equipe médica e equipe do hospital como um todo e, em particular, para o controle de infecção no seu sentido amplo. Sabe-se que uma das possíveis complicações é a infecção. Apesar dos avanços na prevenção de contaminação por bactérias e outros microrganismos sempre há uma possibilidade real de acontecer. Parte do risco está relacionada à própria cirurgia, mas a contaminação pode originar de práticas inadequadas durante o procedimento, falhas na esterilização do instrumental, não observância das orientações médicas por parte do paciente, queda de imunidade, falha de higiene pessoal, etc.

comp14As falhas humanas precisam ser evitadas; por isso, é sempre recomendado fazer a dupla checagem dos pontos básicos de prevenção de riscos, que poderão ser evitados a partir da consulta médica com uma correta e sincera entrevista. É obrigação do paciente informar bem e de maneira responsável; não omitir dados que acham constrangedores ou futilidades como omitir sua idade real, fato comum a certas pessoas públicas ou mais vaidosas. Sempre fazer a checagem dos exames pré-operatórios e de todas as coisas já discutidas.

comp14Há também riscos no período de pós-operatório imediato que podem ser prevenidos com medidas e recursos relativamente simples, medidas gerais ou específicas, conforme o caso.

comp14Nós da BG sempre ressaltamos que somos cirurgiões plásticos, mas que antes de tudo somos médicos na acepção da palavra. É do nosso conhecimento que a especialidade médica que lidamos é pura ciência médica e desta forma a respeitamos. Nossos pacientes são entrevistados e informados de tudo que a técnica cirúrgica lhes oferece; esclarecemos sobre os riscos, limites, alternativas e benefícios relacionados com o procedimento.

comp14Cirurgia sem riscos associados é um mito, mas são muitas as possibilidades de prevenção e minimização.

comp14A assinatura dos termos de consentimento cirúrgico e anestésico antes de sua cirurgia é obrigatória; pois, nestes constam por escritos as possíveis complicações inerentes a cada procedimento. O intuito do termo é dar ciência e conhecimento da possibilidade de complicações e o procedimento em si.