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PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS


COLOCAR, RETIRAR, TROCAR ou RECOLOCAR


ATENÇÃO: O TEXTO É EXTENSO, TEHA PACIÊNCIA! A INFORMAÇÃO APRESENTADA É FUNDAMENTAL PARA A SUA COMPREENSÃO E ATITUDE.





COLOCAR, RETIRAR, TROCAR ou RECOLOCAR







 



A PRÓTESE MAMÁRIA:
"Sei que eu sou... Rita Lee"
SAIBA PRIMEIRO COM O QUE VOCÊ ESTÁ LIDANDO: "SILICONE"

 O silicone faz parte de uma família de compostos químicos baseados no silício, um elemento natural que se encontra na areia, no quartzo e em algumas rochas. Depois do oxigênio, o silício é o elemento mais comum, e se transforma em silicone ao se combinar com o oxigênio, carbono e hidrogênio.
Dependendo da disposição das moléculas, os silicones adotam formas distintas: óleo, gel ou sólido.

 As primeiras próteses de silicone surgiram na década de 60. O primeiro tipo foi a de silicone em gel fluido, revestida por uma película também de silicone flexível e com superfície lisa. Posteriormente muitos avanços foram realizados, principalmente com relação ao tipo de revestimento das próteses e coesividade do seu conteúdo de gel de silicone, permitindo mais conforto para a paciente e maior durabilidade da prótese.


O material empregado na fabricação das próteses mamárias geralmente é um tipo de polímero sintético, comprovadamente biocompatível, conhecido como silicone. Este produto faz parte da composição do revestimento da prótese, podendo também ser coberto por outros produtos como o poliuretano (substância sintética que não provoca rejeição e que recobre o silicone como se fosse uma cápsula).



A palavra "coesivo" é um novo termo usado para descrever a natureza do gel de preenchimento das próteses atuais, diferenciando-se daqueles usados nos implantes das décadas de 60 e 70, os quais apresentavam consistência mais líquida. Isto não é novidade para a ciência ou tecnologia, para quem "coesivo" é simplesmente uma palavra que descreve a natureza da "ligação estreita" do gel.


O conteúdo da prótese pode ser o silicone (atualmente de forma gelatinosa e coesiva); mas, existem também as próteses salinas, ou seja, que são preenchidas com soro fisiológico ou mesmo algumas que usam alguns tipos de óleos vegetais no seu preenchimento. Várias pesquisas têm sido desenvolvidas na procura do material mais adequado para a confecção destas próteses. Cada um destes produtos tem suas particularidades; porém, atualmente, o mais usado mundialmente é mesmo o silicone. Dentre as principais razões, o silicone é um produto inerte no organismo e com alta segurança proporcionada pela sua coesividade e invólucro resistente. Caso haja uma ruptura traumática da prótese, a chance de dispersão do gel de silicone é mínima, evitando a impregnação dos tecidos vizinhos, como ocorria com as primeiras próteses inventadas.


A superfície de cobertura dos implantes pode ser rugosa (texturizada ou poliuretano) ou lisa, o que supões diferentes interações com o tecido que rodeia o implante. A formação de uma cápsula tecidual ao redor do implante é uma reação orgânica normal, proveniente da reação natural do organismo frente a um corpo estranho nele inserido. O mesmo acontece com qualquer outro tipo de prótese; seja ela uma prótese de quadril ou de válvula cardíaca, por exemplo. A cápsula formada ao redor de um implante de mama pode se contrair em algumas pessoas, produzindo endurecimento e dor. As causas que podem levar a este evento são várias; porém, nem sempre podemos identificá-las depois do ocorrido. Sabe-se que a contratura capsular ocorria com maior freqüência quando eram utilizadas próteses de cobertura lisa, tendo esta complicação se reduzido drasticamente com o uso de próteses de cobertura texturizada e de poliuretano.

Os implantes são colocados preferencialmente por baixo do tecido mamário (subglandular); mas, podem ser também colocados abaixo do músculo peitoral maior (retromuscular), conforme indicação específica. Existem vários tamanhos ou volumes e formatos diferentes de próteses de mama, para as mais variadas necessidades e desejos particulares.

INDICAÇÃO: POR QUE COLOCAR PRÓTESES MAMÁRIAS


A razão está intimamente ligada ao íntimo da mulher. Elas podem desejar próteses de mama independentemente de qualquer necessidade clínica real. Não se conformam facilmente quando a história passa pelo modismo, pela atração, enfim, coisas especialmente de mulher. Os seios ou mamas representam muito para elas, como o mais alto grau anatômico da feminilidade e intimidade. Se uma mulher fica repentinamente desnuda em público, a maioria preocupa-se logo em cobrir os seios com as mãos.

A cirurgia de implante de silicone mamário está indicada nos casos de:
-Amastia ou ausência congênita das mamas.
-Hipomastia ou volume diminuído das mamas.
-Assimetria (quando uma mama é muito menor que a outra).
-Nos casos de volume normal, as quando há o desejo de aumento volumétrico das mamas.
-Reconstruções mamárias secundárias e em casos em que há um defeito morfológico.

"Elas, as mulheres, normalmente dizem: coloco próteses nas mamas para "mim mesma, por n-motivos". Algumas assumem que é para que as outras mulheres sintam o seu inveja do poder e para os homens, um motivo de sedução."


TENDÊNCIA

Recentemente, houve um aumento na procura pela mamoplastia de aumento, justificada por um modismo internacional e aliada à melhor qualidade e segurança das próteses. Outros fatores são o pequeno tamanho das cicatrizes resultantes na maioria dos casos, ao preenchimento do colo da mulher, à projeção e à firmeza que a prótese confere à mama. No passado recente as mulheres preferiam reduzir as suas mamas, pois remontava à idéia da juventude, da adolescência. Hoje a mulher aceita melhor a sua sensualidade e é mais independente.



TEMPO DE VALIDADE


Os fabricantes, de maneira geral, estipulam um prazo de 10 anos para a troca das próteses. "Outros já garantem tempo vitalício do produto; mas, não comentam quanto às modificações estéticas das mamas conferidas com a idade ou alterações orgânicas naturais do corpo feminino. Ou seja, consideram que o silicone, como produto é vitalício e poderia ser usado por tempo indeterminado." Nós ainda preferimos acreditar que o corpo se modifica com a idade e os critérios estéticos mudam; que toda paciente com prótese deve ter acompanhamento mamário, com possibilidade de troca das próteses diante de eventual desejo próprio ou indicação médica.

AS ADVERTÊNCIAS

É raro ocorrer rejeição à prótese de silicone; mas não é impossível. Também é muito importante dizer que o silicone não foi associado a doenças degenerativas articulares ou ao câncer de mama, baseados em estudos científicos mundiais. No começo havia o receio de que o silicone poderia dificultar a identificação de uma lesão mamária inicial, mas este risco foi bastante reduzido com o surgimento de técnicas mais avançadas de controle e avaliação, como os exames de mamografia, ultra-sonografia, tomografia e ressonância magnética periódica. A colocação de próteses não dificulta nem interfere na amamentação. Por outro lado, vale ressaltar que o avanço e a popularização da cirurgia plástica também criaram uma falsa ilusão em algumas pessoas, de que tudo pode ser resolvido nas mãos de um bom cirurgião, que não é Deus e isto não pode ser esquecido.


A PARTIR DE QUE IDADE, OU QUANDO SE PODEM COLOCAR PRÓTESES DE SILICONE

As mastoplastias estéticas com o uso de implantes mamários podem ser realizadas a partir do completo desenvolvimento das mamas. Isto vem ocorrendo mais precocemente nas últimas décadas, devido às mudanças impostas pelas alterações dos hábitos de vida, como o uso freqüente de hormônios femininos e o início da atividade sexual, dentre outros fatores. Considerando-se o período de lactação, é recomendado aguardar pelo menos seis a oito meses após o término deste período para se programar a cirurgia.



LIMITAÇÕES

O tamanho do implante pode ser limitado pelas características do tecido mamário existente, quantidade e elasticidade da pele, estrutura física corporal e torácica. A pele deve ser elástica o suficiente para dar a cobertura adequada ao implante. Um implante demasiadamente grande para a quantidade de pele e de tecido mamário disponível poderá prejudicar a naturalidade do resultado e a cirurgia, deixando visível, ou palpável, o implante abaixo da pele. Também aumentaria o risco de complicações cirúrgicas.


RETIRADA "DA OU DAS" PRÓTESE(S) DE SILICONE

Temos que considerar a indicação quando da retirada de próteses, se por desejo natural da paciente ou se decorrente de uma complicação, como a infecção. Quando intitulamos "Retirada DA ou DAS próteses de silicone mamário é porque o órgão é par e, para algumas mulheres um peito só é muitíssimo importante, seja ele bonito ou não". Já para outras um peito diferente faz a diferença. O que vemos ao longo da vida profissional é que a remoção isolada de uma única prótese por motivo de qualquer complicação pode trazer a sensação de mutilação; por esta razão a indicação mais sensata é a remoção conjunta das duas próteses sempre que houver necessidade.



O QUE ACONTECE QUANDO SE RETIRA AS PRÓTESES MAMÁRIAS


Toda colocação de prótese de silicone mamário resultará em uma expansão e distensão de pele com o passar do tempo. A força da gravidade também auxilia neste processo, além de projetar o peso para baixo. Uma vez retirado o implante, conseqüentemente haverá uma sobra de pele, que pode resultar em uma aparência caída e inestética da mama. Quanto mais curto for o tempo de implante, menores são as conseqüências de flacidez cutânea. Mas, a retirada da prótese pode ser feita sem procedimento adicional nos casos menos flácidos ou, naqueles onde exista sobra excessiva de pele pode ser feita a remodelagem mamária através de técnicas convencionais de mamoplastia. Mulheres que precisam retirar suas próteses em decorrência de infecção devem ter paciência para esperar o tempo certo de sua recolocação. Este tempo varia numa média de seis meses a um ano. As mulheres que desejam apenas trocar os seus implantes regularmente devem ter comedimento e inteirarem-se de eventuais limitações.


RETIRAR ou TROCAR AS PRÓTESES DE SILICONE MAMÁRIO


Principais Causas:


Vontade da paciente: Há casos em nossa casuística de uma jovem que colocou próteses mamárias pelo modismo e depois se arrependeu, porque se sentia constrangida pelo volume final e não quis nem colocar uma de volume menor. Da mesma forma, houve o caso de uma senhora que tinha colocado próteses quando mais jovem e que se desinteressou dos implantes anos depois, apesar de estarem perfeitos e quis retirá-los.
Conduta: RETIRAR (respeitar a vontade da paciente e orientar a técnica apropriada)



Contratura capsular:
o organismo produz um envoltório em torno das próteses como mecanismo de defesa natural; mas, quando esta cápsula se contrai demasiadamente aparece à sintomatologia de dor, endurecimento e a aparência de encarceramento da prótese; é como se tivesse usando um sapato apertado.
Conduta: RETIRAR E TROCAR

Ondulações ou Pregas ou Rugas visíveis na superfície da mama com o implante são produzidos na maioria dos casos com os implantes preenchidos com solução salina, em comparação com os preenchidos com gel. Entretanto, mesmo os implantes de gel de silicone não estão imunes deste tipo de complicação, que pode acontecer em mulheres com pele muito fina e ausência de tecido gorduroso suficiente para a cobertura da prótese, especialmente quando for utilizada prótese muito volumosa.
Conduta: RETIRAR, AVALIAR a TROCA para o plano retromuscular.

Deslocamento do implante: poderá acontecer nos casos de colocação do implante na região submuscular e naquelas tentativas de preencher mamas com flacidez considerável de pele; sempre estão associadas àquelas mulheres que querem aumentar e levantar as mamas sem nenhuma cicatriz.
Conduta: RETIRAR e RECOLOCAR


Interferência com mamografia. O radiologista deve ser informado da presença da prótese para que utilize a técnica adequada de exame (técnica de Ecklund).
Conduta: Retirar e TROCAR só quando o caso for devidamente esclarecido.

 Tempo de validade: A maior parte dos fabricantes apresenta um certificado de garantia dez anos para as próteses em relação à contratura capsular. Nossa experiência com troca de próteses ligadas exclusivamente com o seu tempo de uso, observamos apenas um desgaste de volume pouco considerável nos implantes. Constatamos também que o corpo da mulher muda com o decorrer desse período de uso e a aparência inicial da região mamária pode não ser igual à de tempos de outrora.
Conduta: RETIRAR e TROCAR

Próteses antigas ou de superfície lisa: As próteses de superfície lisa foram muito utilizadas no passado e ainda são fabricadas. Seu custo de compra é menor e ainda há quem as utilize. Nós da BG, todavia, não as utilizamos e preferimos as próteses com revestimento texturizado ou de poliuretano, devido ao seu pelo menor risco de complicação relativa à contratura capsular.
Conduta: RETIRAR e TROCAR

Perfuração: As próteses são confeccionadas com invólucro em camadas bastante resistentes a traumas diretos ou variações de temperatura e de pressão; portanto, viajar de avião não as faz explodir e durante a natação não há esse negócio de "afundar". Porém, acidentes de carro, objetos perfurantes, "balas perdidas" ou acidentes em certos esportes radicais constituem risco de dano direto às próteses. Caso aconteça e for diagnosticado por exame de mamografia ou ultra-sonográfico tal lesão:
Conduta: RETIRAR e TROCAR

Defeito de fábrica: É uma hipótese que poderá acontecer. Nunca tivemos um caso parecido.
Conduta: RETIRAR e TROCAR

Infecção: A infecção poderá advir de um lote contaminado de próteses, do não cumprimento do protocolo de esterilização do instrumental e material cirúrgico; da não obediência de controle de infecção hospitalar, da falha da assepsia e anti-sepsia médico-hospitalar e do próprio paciente (uma infecção urinária, por exemplo).
Conduta: RETIRAR, ESPERAR, TRATAR e TROCAR

Seroma Persistente: O seroma, quando ocorre costuma surgir logo nos primeiros dias de pós-operatório e pode durar até semanas em algumas pessoas. Pequenas quantidades de líquido podem ser absorvidas naturalmente; mas, se o seroma não for drenado e permanecer por muito tempo sem tratamento pode se encapsular. O organismo produz uma cápsula fibrosa em torno dele na tentativa de isolar o líquido e isto necessitará de correção cirúrgica.
Nas cirurgias plásticas em geral o seroma é mais freqüente nas cirurgias que envolvem descolamento amplo de pele e tecidos. Se a formação de seroma na mama com prótese persistir deve-se fazer uma investigação cuidadosa da causa, através de exames de cultura e antibiograma do líquido, bem como a retirada da prótese precisa ser considerada. O seroma pode acometer somente uma das mamas ou mesmo as duas em algumas pessoas.
Conduta: DRENAR E ENVIAR LÍQUIDO PARA EXAME, AVALIAR EVOLUÇÃO E RESULTADOS, RETIRAR A PRÓTESE, TRATAR e TROCAR

Hematoma: Hematoma é uma coleção de sangue localizada. Nesta situação deve-se investigar primeiramente a causa para tratá-la e drenar o hematoma. A causa do hematoma está ligada a um sangramento anômalo; por exemplo: devido ao aumento da pressão arterial, uso de anti-coagulantes, ou se ficou algum vaso sangrante na cirurgia. A conduta inicial é o exame do paciente, a seguir a drenagem e, sem perder muito tempo, a revisão da cirurgia em centro cirúrgico. Faz parte da rotina cirúrgica da BG o uso de drenos de sucção por um período de 24 a 48 horas para as cirurgias de implante de silicone mamário, além de todo controle clínico assistido de perto. O hematoma é mais comum de acontecer no pós-operatório imediato; mas, pode também ocorrer tardiamente, em decorrência de um traumatismo direto nas mamas, numa queda, por exemplo.
Conduta: DRENAR O HEMATOMA, ESTANCAR SANGRAMENTO e RECOLOCARA PRÓTESE

Tumores: Já foi comprovado por estudos científicos que as próteses de silicone não provocam câncer de mama. Toda mulher deve fazer o seu preventivo anual com ou sem próteses mamárias. As próteses servem como uma das alternativas e reconstrução mamária. Caso ocorra um câncer em alguém que possua prótese de mama, então, deve ser avaliada sua remoção e tratamento individualizado, conforme o diagnóstico.
Conduta: RETIRAR, TRATAR e só RECOLOCAR (RECONSTRUÇÃO) quando o caso estiver definido e resolvido.


Modismo ou Tendência:
Não sabemos qual vai ser o futuro; entretanto, quando iniciamos o nosso curso de cirurgia plástica a tendência era para "seios pequenos", bem diferentes do desejo atual. E ainda havia o preconceito contra as pioneiras que colocavam próteses, taxadas das piores maneiras.
Atualmente as cirurgias de colocação de implante mamário são uma realidade e um desejo para a maioria das mulheres.
Conduta: BOM SENSO

A Idade, melhoria da aparência mamária: Retiram-se ou trocam-se as próteses mamárias por muitos motivos, entre os quais o desejo individual de cada mulher de continuar atraente, de se sentir bem consigo mesma ou pelo fato de que elas, as próteses, já não lhes interessam mais.

Conduta: RETIRAR OU TROCAR, sempre com BOM SENSO.


QUANDO RECOLOCAR AS PRÓTESES DE SILICONE MAMÁRIO

Em medicina o aforismo "cada caso é um caso" é a pura verdade e deve ser sempre considerado.

O tempo de espera para a troca de próteses depende do motivo da indicação ou se simplesmente for por uma troca rotineira após o período recomendado, de acordo com a garantia de fábrica ou indicação médica.

Em se tratando infecção, a retirada das próteses deve ser imediata, deixando para colocar novas próteses somente depois de tratado o processo, no mínimo seis meses após.

Em casos de seroma ou hematoma normalmente só é necessário drena-los e tratar de forma adequada para não evoluir com infecção e obrigar a retirar as próteses.
Se eventualmente uma usuária de próteses de mama apresentar um câncer de mama, o qual não tem nenhuma relação com próteses, então, os implantes devem ser removidos e o tratamento orientado pelo mastologista deve ser feito. Nestes casos a cirurgia de reconstrução mamária será indicada no momento apropriado e segundo a necessidade de cada caso.

 

 
 

Dr. Benedito Soares Vieira (CRM 52-46579-2 RJ)
Dr. George Luís Pereira Soares (CRM 52-42103-3 RJ)
Avenida Olegário Maciel, 414 / 303
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2493-8206 / (21) 2493-6653