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MAMA AUMENTO

MAMA

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MASTOPLASTIA MAMAPLASTIA MAMOPLASTIA

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AUMENTO

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PRÓTESES MAMÁRIAS

 As próteses de mama evoluíram junto ao desejo crescente das mulheres e a necessidade de dar-lhes melhores resultados e maior segurança. Atualmente são requeridas por mulheres de todas as idades a partir dos 17 ou 18 anos, que se mostram insatisfeitas por terem mamas pequenas ou simplesmente pelo desejo de aumenta-las. Mas, há também os casos de reconstrução mamária que necessitam da colocação de prótese.

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O desejo de colocar prótese pode surgir já na adolescência, pois a mídia atual influencia e as moças começam a usar sutiã com enchimento para valorizarem o colo. Há quem diga que se sente inferiorizada diante daquelas que a natureza foi mais generosa ou que já colocaram prótese. Reclamam que passam despercebidas, queixam-se que a roupa não lhes cai bem e que gostariam de ousar, usando um bom decote para mostrar um belo colo.

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Adolescentes muito jovens não devem colocar prótese mamária. A indicação para a cirurgia deve obedecer a critérios éticos e clínicos. Na fase de adolescência o corpo está sofrendo modificações, sob efeito de alterações hormonais bruscas e em período de desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários. A mama normalmente não se encontra totalmente desenvolvida antes dos 17 ou 18 anos de idade e, nem sempre elas crescem igualmente ao mesmo tempo. Uma prótese colocada em idade muito precoce até inibiria o crescimento mamário natural pela compressão.

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A mamaplastia de aumento é um procedimento cirúrgico que deve ser realizado em centro cirúrgico de hospitais ou clínicas especializadas. A técnica e a localização da incisão variam conforme o caso e indicação cirúrgica, que são discutidas previamente com cada paciente. A colocação da prótese objetiva o aumento das mamas pela adição de volume e, se necessário, pode ser realizada em conjunto com técnicas para levantar, remodelar e melhorar a forma de mamas muito flácidas e caídas através de técnicas de mastopexia.

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Próteses podem também ser usadas em associação a cirurgias de redução mamária, para substituir a ressecção de tecido displásico na mastectomia subcutânea, ou somente para dar maior consistência ao colo mamário, no caso do seu tecido ser muito gorduroso e mole.

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Acessos ou incisões

Os principais acessos para os implantes mamários são: transareolar, periareolar inferior, sulco inferior da mama, vertical, axilar, T invertido. A indicação dependerá da avaliação médica da mama da paciente, segundo volume mamário, tamanho do complexo aréolo-mamilar (aréola), excesso de pele, tamanho da prótese desejada, cirurgias realizadas anteriormente na mama.~

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Transareolomamilar: uma linha de incisão que passa no meio das aréolas no sentido horizontal, linha equatorial.

Periareolar inferior: uma linha semicircular que margeia a metade inferior das aréolas.

Vertical: incisão em uma linha vertical abaixo da aréola até o sulco inferior da mama, utilizada também para técnica de lift mamário em mamas flácidas com excesso de pele.

Sulco inferior da mama: incisão usada quando a aréola é muito pequena para passar a prótese desejada

Estes acessos incisionais a bisturi resultará na cicatriz correspondente, que será mais ou menos perceptível de acordo com características individuais.

Localização

A localização das próteses na mama pode ser retroglandular ou retromuscular. Ambas oferecem bom resultado; a escolha de uma ou de outra depende de avaliação de múltiplos fatores e particularidades anatômicas da paciente. A localização mais frequente para colocação de próteses mamárias é a retromamária. Independentemente do plano de colocação não ocorre dano direto aos ductos galactóforos que possam prejudicar a lactação e amamentação.

Os exames de imagens radiográficas também poderão ser feitos após a colocação de próteses; apenas com o cuidado de informar sobre a prótese ao profissional que fará o exame; assim ele poderá escolher a técnica e incidências apropriadas. Há vários tipos de exames como a ultrassonografia, mamografia digital, tomografia e ressonância magnética.

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Todo procedimento cirúrgico consiste em um trauma que tem como uma de suas respostas a inflamação ou inchaço para os leigos; portanto, é comum que as mamas se apresentem inchadas, sensíveis e com manchas de equimose avermelhadas. Em alguns casos são colocados drenos de aspiração que são retirados entre 24 às 48h depois da cirurgia.

 

BATE PRONTO

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Tipo de anestesia: geral ou local e sedação.
Internação hospitalar: 24 a 48 horas.
Duração da cirurgia: 2 a 3 horas.
Recuperação: após a 4 a 6 semanas.

Atenção: alimentação livre, dormir de barriga para cima e com os braços relaxados ao longo do corpo no primeiro mês; pentear os cabelos e escovar os dentes com cuidado sem imprimir força; usar roupas de fácil vestir.

Limitação:  evitar exposição solar, dirigir automóvel, serviços domésticos, esportes e exercícios físicos nos primeiros dois meses.

Localização da Prótese: retroglandular ou retromuscular.

Escolha: a escolha do tamanho, forma e fabricante da prótese é explicada e discutida com a paciente previamente. A troca da prótese pode ser determinada pelo desejo da paciente, ou quando houver indício de ruptura, contratura capsular (endurecimento), infecção. Em condições normais ela poderá ficar por +/- 10 anos.

Radiografias: toda paciente com prótese mamária deve fazer mamografia ou ultrassonografia rotineiramente, segundo indicação médica, para acompanhamento e como conduta de avaliação preventiva anual.

Sutiã: uso diário no pós-operatório, inclusive para dormir durante um mês. Encontra-se em lojas de material médico um tipo de sutiã ideal para pós-cirurgia de mama e será indicado pelo cirurgião. Não pode ter armação de metal, enchimento, costuras endurecidas ou ser apertado. O ideal é que obtenha duas unidades para melhor higiene.

Amamentação: mantida a capacidade de lactação e amamentação.

Cigarro e Bebida Alcoólica: devem ser evitados; pois, comprometem o procedimento anestésico, a cicatrização, a recuperação cirúrgica.

Eventos indesejáveis ou complicações: hemorragia, hematoma, infecção, seroma, necrose de aréola, esteatonecrose, perda de sensibilidade, rejeição de pontos, deiscência (abertura de pontos), cicatrizes inestéticas, contratura capsular.